{"id":4437,"date":"2023-02-01T12:00:19","date_gmt":"2023-02-01T11:00:19","guid":{"rendered":"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/?post_type=expert_insights&#038;p=4437"},"modified":"2024-05-20T23:25:38","modified_gmt":"2024-05-20T21:25:38","slug":"o-desafio-da-transicao-energetica-para-as-redes-publicas-de-onibus","status":"publish","type":"expert_insights","link":"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/expert_insights\/o-desafio-da-transicao-energetica-para-as-redes-publicas-de-onibus\/","title":{"rendered":"O desafio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para as redes p\u00fablicas de \u00f4nibus"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica das redes de transporte: ainda que estejamos apenas no in\u00edcio desta mudan\u00e7a que revolucionar\u00e1 o funcionamento das redes de transporte que conhecemos, esta express\u00e3o est\u00e1 em alta.<\/strong> <strong>Marc Boudier, Chefe de Estudos do Departamento de Consultoria e Planejamento da SYSTRA FRAN\u00c7A, nos d\u00e1 as chaves para a defini\u00e7\u00e3o de uma estrat\u00e9gia de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica de uma rede de transporte p\u00fablico rodovi\u00e1rio. Quais s\u00e3o as escolhas tecnol\u00f3gicas poss\u00edveis? O que est\u00e1 mudando em compara\u00e7\u00e3o com a era do petr\u00f3leo? Existe uma receita que pode ser replicada em diferentes lugares? Como podemos ter dom\u00ednio acerca do conhecimento sobre as tecnologias &#8220;limpas&#8221;? Quais s\u00e3o os custos e riscos associados \u00e0 essa transi\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O Acordo de Paris foi assinado em 2016 por quase 200 pa\u00edses do mundo: o seu objetivo \u00e9 limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius, mitigando as emiss\u00f5es de gases com efeito de estufa (GEE) e tornando os fluxos financeiros coerentes com esse objetivo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Mesmo que as medidas n\u00e3o sejam obrigat\u00f3rias, os pa\u00edses signat\u00e1rios do Acordo de Paris t\u00eam de respeitar certos princ\u00edpios: a estrat\u00e9gia 20\/20\/20 (reduzir as emiss\u00f5es de di\u00f3xido de carbono em 20%, aumentar a produ\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel em 20% e aumentar a efici\u00eancia energ\u00e9tica em 20%). Estas contribui\u00e7\u00f5es s\u00e3o determinadas a n\u00edvel nacional (CND) sobre emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, e representam uma progress\u00e3o ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Os transportes s\u00e3o o segundo sector mais importante para as emiss\u00f5es de GEE, t\u00eam de fato um papel chave a desempenhar na implementa\u00e7\u00e3o bem-sucedida do Acordo de Paris.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-considerar-as-necessidades-de-mobilidade-no-contexto-local\">CONSIDERAR AS NECESSIDADES DE MOBILIDADE NO CONTEXTO LOCAL<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>A implanta\u00e7\u00e3o do transporte rodovi\u00e1rio coletivo mais limpo levar\u00e1 a uma melhoria real da qualidade ambiental local<\/strong> (qualidade do ar, polui\u00e7\u00e3o sonora etc.), que ter\u00e1 de ser confirmada em n\u00edvel global ao longo de todo o ciclo ambiental da tecnologia. No entanto, a cria\u00e7\u00e3o de uma rede de transporte cuja efici\u00eancia seria limitada, ou mesmo inadequada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s necessidades de mobilidade local, n\u00e3o estaria mais relacionada a energia limpa ou de alta emiss\u00e3o de gases de efeito estufa.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Assim, a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica \u00e9 uma oportunidade para repensar a efici\u00eancia das diversas redes de transporte e para implementar as seguintes a\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"746\" src=\"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-1024x746.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4445\" srcset=\"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-1024x746.png 1024w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-300x219.png 300w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-768x560.png 768w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-1536x1120.png 1536w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-2048x1493.png 2048w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-474x346.png 474w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-1700x1239.png 1700w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-1352x986.png 1352w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-800x583.png 800w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-180x131.png 180w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-153x112.png 153w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_01-1-230x168.png 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Todas estas etapas permitem definir uma rede de transporte p\u00fablico de qualidade: robusta (confi\u00e1vel, resistente a riscos), flex\u00edvel (permitindo a adapta\u00e7\u00e3o da oferta, interoperabilidade, multi-operabilidade da viagem do passageiro para atender \u00e0s necessidades de todos) e acess\u00edvel (informa\u00e7\u00e3o clara, facilidade de acesso, tarifa atraente, modo de transporte adaptado a todos usu\u00e1rios e, em particular, \u00e0s pessoas com mobilidade reduzida).<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Uma vez realizadas estas diferentes a\u00e7\u00f5es para consolidar a rede de transporte existente, podemos passar aos pr\u00f3ximos passos. <strong>Quais tecnologias &#8220;limpas&#8221; est\u00e3o dispon\u00edveis? E o que muda em rela\u00e7\u00e3o ao diesel?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-rever-as-possiveis-escolhas-tecnologicas\">REVER AS POSS\u00cdVEIS ESCOLHAS TECNOL\u00d3GICAS<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Quando se fala em transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica de sistemas de transporte rodovi\u00e1rio, a primeira tecnologia que vem \u00e0 mente \u00e9 a eletricidade. H\u00e1 tr\u00eas tipos de tecnologia fundadas no uso de baterias:<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>carga lenta (o ve\u00edculo \u00e9 recarregado por v\u00e1rias horas quando n\u00e3o est\u00e1 mais em opera\u00e7\u00e3o, muitas vezes durante a noite no dep\u00f3sito);<\/li>\n\n\n\n<li>carga r\u00e1pida (o ve\u00edculo \u00e9 carregado em poucos minutos, v\u00e1rias vezes durante o dia, muitas vezes em terminais ou \u00e0s vezes em paradas intermedi\u00e1rias);<\/li>\n\n\n\n<li>e o tr\u00f3lebus (\u00f4nibus carregado por meio de caten\u00e1rias; as novas gera\u00e7\u00f5es integram pequenas baterias nestes ve\u00edculos permitindo uma pequena autonomia fora da caten\u00e1ria).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>J\u00e1 difundida em certos distritos da China (Shenzhen, em particular), a tecnologia el\u00e9trica \u00e0 bateria est\u00e1 come\u00e7ando a ser implantada em maior escala na Europa, \u00e0 medida que as frotas de \u00f4nibus s\u00e3o renovadas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Entretanto, <strong>a abordagem &#8220;tudo-el\u00e9trico&#8221; tem seus limites, n\u00e3o apenas em termos de autonomia dos ve\u00edculos, mas tamb\u00e9m em termos do balan\u00e7o ambiental geral<\/strong>. Isso porque outros aspectos tamb\u00e9m devem ser levados em conta nesse equil\u00edbrio, como o uso de matrizes de energia de baixa emiss\u00e3o e o consumo de metais raros na constru\u00e7\u00e3o de baterias. Como resultado, <strong>as discuss\u00f5es est\u00e3o agora caminhando para uma transi\u00e7\u00e3o que inclui uma diversidade de matrizes e fontes de energia<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Na Fran\u00e7a, a lei sobre transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para o crescimento sustent\u00e1vel inclui na defini\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos limpos os ve\u00edculos el\u00e9tricos e movidos a g\u00e1s, com uma propor\u00e7\u00e3o m\u00ednima de g\u00e1s oriundo de fontes renov\u00e1veis (30% a partir de 2025). Neste contexto, a tecnologia do G\u00e1s Natural Veicular (GNV), que \u00e9 antiga para \u00f4nibus, voltou \u00e0 tona. Ela oferece vantagens em termos de autonomia do ve\u00edculo e custo. Entretanto, o desafio na utiliza\u00e7\u00e3o desta tecnologia \u00e9 obter bio-GNV (GNV de origem renov\u00e1vel obtido atrav\u00e9s da metaniza\u00e7\u00e3o dos res\u00edduos), o que, como veremos, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples assim.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Outra t\u00e9cnica, ainda em fase de desenvolvimento, mas promissora, baseia-se no uso do hidrog\u00eanio (H2) produzido por eletr\u00f3lise da \u00e1gua. Este m\u00e9todo tem um bom balan\u00e7o ambiental na Fran\u00e7a, mas demanda uma grande quantidade de energia: dois a tr\u00eas Kwh de eletricidade s\u00e3o necess\u00e1rios para produzir o equivalente de energia de um Kwh de hidrog\u00eanio, o que torna essa tecnologia cara.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Finalmente, outras solu\u00e7\u00f5es baseadas em fontes de energia mais &#8220;ex\u00f3ticas&#8221; tamb\u00e9m est\u00e3o sendo estudadas e podem se mostrar interessantes em certos territ\u00f3rios. Entre estas, podemos citar o uso de biocombust\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-entender-o-que-as-tecnologias-limpas-estao-mudando-em-relacao-ao-petroleo\">ENTENDER O QUE AS TECNOLOGIAS LIMPAS EST\u00c3O MUDANDO EM RELA\u00c7\u00c3O AO PETR\u00d3LEO<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>As redes de \u00f4nibus a diesel utilizam uma tecnologia bastante difundida, mas, devido ao uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis, ela n\u00e3o atende mais \u00e0s normas de emiss\u00e3o de gases de efeito estufa.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Atualmente, com o advento de novas tecnologias de energia, n\u00e3o podemos mais pensar simplesmente &#8220;recursos para uma rede de transporte = compra de ve\u00edculos&#8221;. <strong>Precisamos mudar nossa vis\u00e3o e pensar em termos de um &#8220;sistema&#8221;, integrando a infraestrutura e o plano operacional<\/strong>. Um plano operacional deve ser elaborado com base na oferta de transporte definida, tendo em vista um sistema que atende todas as necessidades operacionais. As chamadas tecnologias &#8220;limpas&#8221; exigem uma mudan\u00e7a na organiza\u00e7\u00e3o e o treinamento de pessoal qualificado.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Para realizar a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica de uma rede de \u00f4nibus, aqui est\u00e3o os oito principais crit\u00e9rios a serem considerados<\/strong>, que definir\u00e3o a prefer\u00eancia por uma determinada tecnologia:<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Autonomia do ve\u00edculo;<\/li>\n\n\n\n<li>Tempo de reabastecimento do ve\u00edculo (tempo necess\u00e1rio para abastecer os ve\u00edculos com energia);<\/li>\n\n\n\n<li>Seguran\u00e7a do fornecimento de energia limpa (de baixa emiss\u00e3o ou renov\u00e1vel);<\/li>\n\n\n\n<li>Flexibilidade sobre a evolu\u00e7\u00e3o da oferta de transporte, em especial o itiner\u00e1rio das linhas comerciais;<\/li>\n\n\n\n<li>Custos totais de investimento;<\/li>\n\n\n\n<li>Custos totais de opera\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>Equil\u00edbrio ambiental local ao longo de todo o ciclo de vida da tecnologia;<\/li>\n\n\n\n<li>Equil\u00edbrio ambiental global ao longo do ciclo de vida da tecnologia.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A tabela abaixo representa a avalia\u00e7\u00e3o geral das principais &#8220;tecnologias limpas&#8221; em rela\u00e7\u00e3o a estes oito crit\u00e9rios.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"433\" src=\"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-1024x433.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4446\" srcset=\"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-1024x433.png 1024w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-300x127.png 300w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-768x325.png 768w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-1536x649.png 1536w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-2048x866.png 2048w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-474x200.png 474w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-1700x719.png 1700w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-1352x572.png 1352w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-800x338.png 800w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-180x76.png 180w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-153x65.png 153w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_02-1-230x97.png 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Como pode ser visto nesta tabela, <strong>n\u00e3o existe uma tecnologia que atenda a todos os crit\u00e9rios avaliados de forma positiva<\/strong>. O primeiro aspecto importante para a escolha de uma tecnologia adequada \u00e9 a necessidade operacional. Para avaliar como as diferentes tecnologias atendem a essa necessidade, os servi\u00e7os de \u00f4nibus s\u00e3o divididos de acordo com o n\u00famero de quil\u00f4metros di\u00e1rios percorridos e a autonomia necess\u00e1ria associada. Um segundo aspecto \u00e9 o contexto territorial: de fato, a relev\u00e2ncia do uso de uma energia pode ser modulada levando em conta os setores existentes e os projetos locais.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Se uma \u00fanica tecnologia for escolhida para atender a todas as necessidades, permanecemos em um sistema de energia \u00fanica. Se n\u00e3o, falamos de energia diversificada.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-utilizar-potenciais-locais-de-acordo-com-a-estrategia-energetica-do-territorio\">UTILIZAR POTENCIAIS LOCAIS, DE ACORDO COM A ESTRAT\u00c9GIA ENERG\u00c9TICA DO TERRIT\u00d3RIO<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Uma an\u00e1lise detalhada dos potenciais do territ\u00f3rio tornar\u00e1 poss\u00edvel orientar a estrat\u00e9gia de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Pensa-se naturalmente nas redes de distribui\u00e7\u00e3o de energia, como as redes de eletricidade e g\u00e1s, que geralmente possuem boa cobertura em escala nacional em ambientes urbanos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Entretanto, um territ\u00f3rio tamb\u00e9m pode fazer uso de outras fontes de energia, ligadas a atividades locais espec\u00edficas, que produzem res\u00edduos que podem ser utilizados para a gera\u00e7\u00e3o de energia. Um exemplo \u00e9 o uso de baga\u00e7o de uva para criar bioetanol, uma solu\u00e7\u00e3o utilizada nas regi\u00f5es de vin\u00edcolas.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, os territ\u00f3rios com atividades industriais podem estudar o uso de res\u00edduos de hidrog\u00eanio: esta solu\u00e7\u00e3o \u00e9 utilizada principalmente na Alemanha e nos Pa\u00edses Baixos para abastecer \u00f4nibus de hidrog\u00eanio \u00e0 baixo custo enquanto recuperam um res\u00edduo industrial.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Outra maneira de aproveitar ao m\u00e1ximo os potenciais territoriais \u00e9 compartilhar as esta\u00e7\u00f5es de energia. Embora seja dif\u00edcil usar as mesmas esta\u00e7\u00f5es de carregamento para ve\u00edculos leves e \u00f4nibus, particularmente por raz\u00f5es de energia e tempo de carga, \u00e9 f\u00e1cil compartilhar esta\u00e7\u00f5es de g\u00e1s natural, por exemplo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Para facilitar a implanta\u00e7\u00e3o desta \u00faltima tecnologia, a estrat\u00e9gia de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica das redes de \u00f4nibus pode ser considerada como o in\u00edcio de uma estrat\u00e9gia mais ampla de desenvolvimento da mobilidade limpa dentro do territ\u00f3rio. Por exemplo, o desenvolvimento de postos p\u00fablicos de GNV poderia beneficiar a rede de transporte p\u00fablico rodovi\u00e1rio, mas tamb\u00e9m os particulares e o setor de transporte de carga.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>As redes de \u00f4nibus movidas a diesel dependem diretamente dos pre\u00e7os di\u00e1rios do petr\u00f3leo e do fornecimento concentrado em certas regi\u00f5es do mundo, o que representa um risco significativo para o equil\u00edbrio econ\u00f4mico e a mobilidade. Ao contr\u00e1rio dos combust\u00edveis da ind\u00fastria petrol\u00edfera, algumas energias limpas fortalecem a independ\u00eancia energ\u00e9tica dos territ\u00f3rios e permitem a implementa\u00e7\u00e3o de contratos de fornecimento no m\u00e9dio a longo prazo, garantindo assim o abastecimento e assegurando custos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Entretanto, como em qualquer desenvolvimento importante de um setor, a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica requer conhecimento e controle de riscos espec\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-prevenir-os-riscos-associados-a-energia-limpa\">PREVENIR OS RISCOS ASSOCIADOS \u00c0 ENERGIA LIMPA<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Os riscos associados \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica est\u00e3o intrinsecamente associados \u00e0s energias limpas selecionadas. Seria ilus\u00f3rio tentar enumer\u00e1-los. A tabela abaixo lista os riscos principais e indica os meios de preven\u00e7\u00e3o a serem implementados. Em todos os casos, o objetivo \u00e9 assegurar a continuidade do servi\u00e7o da rede de \u00f4nibus desde o in\u00edcio da transi\u00e7\u00e3o, e de forma sustent\u00e1vel para al\u00e9m desse per\u00edodo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"497\" src=\"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-1024x497.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4443\" srcset=\"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-1024x497.png 1024w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-300x146.png 300w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-768x373.png 768w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-1536x746.png 1536w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-2048x995.png 2048w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-474x230.png 474w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-1700x826.png 1700w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-1352x657.png 1352w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-800x389.png 800w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-180x87.png 180w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-153x74.png 153w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_03-1-230x112.png 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da gest\u00e3o de riscos, qualquer autoridade local que prop\u00f5e a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica de sua rede de \u00f4nibus se depara com outro imperativo: controlar os custos desta mudan\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"h-controlar-os-custos-da-transicao-energetica\">CONTROLAR OS CUSTOS DA TRANSI\u00c7\u00c3O ENERG\u00c9TICA<\/h2>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Com a redu\u00e7\u00e3o do financiamento p\u00fablico, <strong>controlar os custos da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica \u00e9 uma verdadeira chave para o sucesso<\/strong>. Atualmente, os principais custos operacionais dos ve\u00edculos a diesel se dividem em tr\u00eas categorias (excluindo-se folha salarial): frota de \u00f4nibus, manuten\u00e7\u00e3o e combust\u00edvel. No futuro, com tecnologias limpas, ser\u00e1 necess\u00e1rio levar em conta o custo da infraestrutura e a renova\u00e7\u00e3o de certos componentes, como a bateria ou a c\u00e9lula de combust\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O gr\u00e1fico abaixo compara os custos anuais, em euro, de tecnologias limpas baseadas em hidrog\u00eanio (H2), eletricidade de carga lenta, GNV (ve\u00edculo a g\u00e1s natural) e biog\u00e1s, com os custos da tecnologia t\u00e9rmica (diesel).<a href=\"#_ftn1\" id=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"2560\" height=\"1771\" src=\"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4442\" srcset=\"https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1.png 2560w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-300x208.png 300w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-1024x708.png 1024w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-768x531.png 768w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-1536x1063.png 1536w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-2048x1417.png 2048w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-474x328.png 474w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-1700x1176.png 1700w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-1352x935.png 1352w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-800x553.png 800w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-180x125.png 180w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-153x106.png 153w, https:\/\/www.systra.com\/brazil\/wp-content\/uploads\/sites\/20\/2023\/02\/01_imagem_04-1-230x159.png 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Este gr\u00e1fico foi produzido pela modelagem de uma rede urbana de 50 \u00f4nibus (sendo metade da frota de \u00f4nibus padr\u00e3o e a outra metade de articulados), cada um cobrindo 60.000 km por ano. Para a infraestrutura, os custos apresentados incluem as instala\u00e7\u00f5es de reabastecimento, mas n\u00e3o incluem as obras de engenharia.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Ao comparar tecnologias de energia limpa com diesel, <strong>o uso de g\u00e1s natural para ve\u00edculos (GNV) \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o menos onerosa.<\/strong> Isto pode explicar por que v\u00e1rias autoridades locais escolheram esta tecnologia para sua rede de \u00f4nibus. <strong>No entanto, o GNV continua sendo um combust\u00edvel f\u00f3ssil<\/strong>, cuja emiss\u00e3o \u00e9 apenas 25% menor quando comparado ao diesel.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>A solu\u00e7\u00e3o baseada no bio-GNV (GNV de origem renov\u00e1vel produzido pelo processo de metaniza\u00e7\u00e3o de res\u00edduos) \u00e9 muito mais ecol\u00f3gica do que o GNV, mas custa tr\u00eas a quatro vezes mais em combust\u00edvel. Al\u00e9m disso, seu fornecimento pode ser limitado em quantidade. Estima-se que os res\u00edduos de 7.000 pessoas devem ser usados para abastecer um \u00f4nibus com bioNGV.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Os custos da tecnologia do hidrog\u00eanio continuam altos, atualmente custando o dobro ou o triplo dos combust\u00edveis tradicionais<\/strong>, embora se espere que os custos de manuten\u00e7\u00e3o caiam \u00e0 medida que a frota se expanda para maiores escalas. As redu\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os a serem esperadas de projetos europeus de compra em massa, como o JIVE (Joint Initiative for Hydrogen Vehicles Accross Europe), foram consideradas na simula\u00e7\u00e3o apresentada.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>A tecnologia el\u00e9trica tem algumas vantagens financeiras em pa\u00edses onde esta fonte de energia \u00e9 acess\u00edvel e o fornecimento n\u00e3o sofre com a escassez.<\/strong> Com uma implanta\u00e7\u00e3o mais ampla, os custos da bateria devem diminuir se as regras do livre mercado ainda forem seguidas. Entretanto, existe o risco de aumentar a depend\u00eancia de alguns pa\u00edses que dominam a tecnologia de baterias e o acesso a metais raros.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:30px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Dependendo do contexto do setor energ\u00e9tico nacional e local, algumas solu\u00e7\u00f5es ser\u00e3o mais adaptadas a um pa\u00eds do que a outro em rela\u00e7\u00e3o ao meio ambiente e aos aspectos de custo.<\/strong> No entanto, na maioria dos pa\u00edses do mundo, o petr\u00f3leo \u00e9 tributado, gerando receitas substanciais para os governos. Como resultado, cada passo do Diesel para a mobilidade da energia limpa precisar\u00e1 ser considerado na tributa\u00e7\u00e3o da mobilidade da energia. <strong>Qualquer mudan\u00e7a na tributa\u00e7\u00e3o da energia mudaria a equa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>O artigo original est\u00e1 dispon\u00edvel em franc\u00eas e em ingl\u00eas. <a href=\"https:\/\/www.systra.com\/expert_insights\/le-defi-de-la-transition-energetique-pour-les-reseaux-de-bus-et-de-cars\/\">Clique aqui<\/a> para acess\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Custos anuais, em euro, determinados considerando a realidade da Fran\u00e7a. Os custos s\u00e3o vari\u00e1veis conforme o contexto local.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:100px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n","protected":false},"featured_media":10000013056,"template":"","type-insight":[],"class_list":["post-4437","expert_insights","type-expert_insights","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO Premium plugin v27.4 (Yoast SEO v27.4) - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-premium-wordpress\/ -->\n<title>O desafio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para as redes p\u00fablicas de \u00f4nibus - SYSTRA Brasil<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O desafio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para as redes p\u00fablicas de \u00f4nibus - SYSTRA Brasil, um dos l\u00edderes mundiais de consultoria e engenharia, especializado em solu\u00e7\u00f5es de transporte e mobilidade.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O desafio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para as redes p\u00fablicas de \u00f4nibus\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O desafio da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica para as redes p\u00fablicas de \u00f4nibus - 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